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Informações para Médicos

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Condições de Desensibilização
- A partir de um ano de idade
- Usando vacinas de depósito não ha necessidade de interrupção durantes as crises
- Pode-se usar quaisquer outros medicamentos, sem problemas de interferência
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Causas do Insucesso da Imunoterapia
Causas de Insucesso
- Diagnóstico Incorreto
- Tempo de Terapia
- Vacina Inapropriada
- Dose Inadequada
- Exposição Alergênica
- Patologia Associadas
- Novas Sensibilizações
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1- ERROS DE DIAGNÓSTICO
O emprego de imunoterapia em Asma Bronquica do tipo intrínseco ou em Bronquite Enfisematosa, Rinites Vasomotoras, Urticária de origem medicamentosa ou conseqüentes de problemas metabólicos (ex. Diabetes), bem como a sua indicação em patologias respiratórias que, ou não tenham uma historia compatível com alergia ou não apresentem confirmação nos testes alérgicos. Não se obterão resultados positivos no decurso do tratamento.
2- ESCOLHAS DOS ANTÍGENOS
A escolha dos ANTIGENOS a serem empregados na dessensibilização, deve seguir um critério de acordo com o meio ambiente e tipo de vida do paciente. Mesmo que se obtenha uma resposta positiva em um teste alérgico para pólens, dificilmente o empregaremos no tratamento, em razão das poucas reações que produzem em nosso meio, no qual o maior agente ainda vem de ser Poeira domiciliar e Ácaros. Normalmente no ambiente tropical alem dos ácaros do tipo Dermatofagóides, existem outros ácaros como: Blomia Tropicalis, Sildásia, Tirofágos, Cheilatus e etc, antígenos de Barata, que dependendo da área investigada chega a vinte por cento de ocorrência de positividade. Como também em uma reação positiva nos testes a pelo de animais, mais convém o afastamento do antÍgeno do que sua dessensibilização.
Em resumo a vacina para alergia não é "xerox" de testes alérgicos, na medida que, não devemos nos esquecer da competição imunológica entre os antigenos, podendo ocorrer o estimulo de uns, como o detrimento da ação de outros. O Paciente tem de ser avaliado como um todo. Aí se incluindo todas as características de exposição e reexposição ao antígeno, fatores genéticos e doenças intercorrentes
3-TEMPO DE USO DA IMUNOTERAPIA
O tempo mínimo para o emprego de hipossensibilização é em torno de dois anos, chegando muitas vezes até cinco anos. Torna-se necessário a compreensão do paciente, para o período de tratamento mesmo já se obtendo resultados positivos antes deste tempo. Em geral pode se descontinuar um tratamento quando o paciente apresentar um espaço de um ano sem sintomas. O emprego de tratamentos ditos acelerados não se obtém resultados significativos, devido que o sistema imunologico necessita de certa forma de um determinado espaço de tempo para aumentar a sua resistência, produzir anticorpos IgG e com o tempo a tolerância com o antÍgeno.
4-CONTROLE DE ALERGENOS AMBIENTAIS
O paciente deve ser instruído corretamente como proceder para diminuir a sua exposição aos antigenos ambientais, diminuindo assim a competição entre os antigenos do meio ambiente e aqueles empregados na dessensibilização. No decorrer deste manual, forneceremos uma lista do que consideramos de mais importante neste sentido, lembrando sempre que os tópicos a serem observados serão sempre aqueles que possam ser realizados pelo paciente ou seus responsáveis, pedir mudanças comportamentais impossíveis de se realizarem é o mesmo que pedir para não ser atendido.
5- AVALIAÇÃO DAS "CRISES ALÉRGICAS"
É necessário explicar ao paciente, que a melhora do seu quadro alérgico, será obtida de um contexto maior que o simples desaparecimento dos sintomas e sim pôr um processo de diminuição da freqüência de suas crises, como também pôr sua menor intensidade. O verdadeiro resultado vem de ser obtido mensurando exatamente a freqüência e intensidade das crises, de cada paciente per si.
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